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Só para informar que este blog se encontra em licença sabática.

:: carta de um pai em resposta ao filho ::

“Carta ao meu filho João.

Magoaram-te. Não a mim, cinquenta anos de tudo e mais alguma coisa. Magoaram-te porque achas estranho que se diga de um tipo, que para mais conheces bem, o que algumas pessoas disseram e continuarão a dizer. Perante a tua carta que a Eugénia e teu irmão Francisco Maria me encaminharam, o que é fica? Tentação de devolver os insultos com o vernáculo que bem me conheces e és admirador? Não. O que fica, meu querido filho, é a tua carta.
Tenho tanto que fazer, aqui. Por todos vocês. ( grande fotografia que a tua irmã Joana me mandou ) ela e os meus netos, aqueles sorrisos.
Não entristeças, João. Temos dado o melhor de nós e isso não admite gentinha; só aceita dignidade e respeito por vidas que se dedicaram e dedicam não porque têm talento, mas sim porque têm aquele mistério revelado de poderem escrever uma carta como a tua.

Beijo do teu pai

fernando.”

:: carta de um filho ::

Não há muito a dizer.

:: valtari ::

É que já nem é preciso dizer mais nada acerca de  Sigur Rós. Entre talento, criatividade e inspiração, esta gente tem tudo e ainda mais. Quando lançaram o seu último album – VALTARI – lançaram também um desafio a outros artistas:

“sigur rós have given a dozen film makers the same modest budget and asked them to create whatever comes into their head when they listen to songs from the band’s new album valtari. the idea is to bypass the usual artistic approval process and allow people utmost creative freedom. among the filmmakers are ramin bahrani, alma har’el and john cameron mitchell.”

Aqui estão os vídeos.

My favorite?

É de perder a respiração…

:: peaky blinders ::

Para quem gosta de Nick Cave, Tom Waits e Gangsters.

:: coisa mai fofa ::

Mais fofura entre Theo and Beau aqui e aqui

:: the view from the water ::

A última terça-feira marcou mais uma etapa conquistada. Defendi a minha dissertação de mestrado no ISCTE, aquela com a qual nos últimos meses tinha uma relação de amor-ódio. Nos últimos tempos já tinha acalmado, porque de facto só voltei a olhar para ela no dia em que me marcaram a defesa, o que foi apenas no início deste mês.

Correu muito bem e senti que a nota que me foi atribuída (por unanimidade do júri) foi justa, o que me deixa ainda mais de peito cheio. Adorei a discussão, que foi tranquila sem surpresas de maior. A arguente foi uma professora que não conhecia, mas que felizmente ainda se rege por valores que prezo muito no ensino, e no final, ainda me presenteou com um livro – são já tão raros estes momentos de atenção com o outro, muito mais entre professores e alunos – fiquei de facto sensibilizada pela acção.

A assistir tinha as pessoas que me acompanham desde há tantos anos na vida. Os amigos. Foi bom e soube muito bem!

A nota final do mestrado vai  permitir lançar-me a novas etapas e a voos mais altos,  que há muito ambiciono. O caminho sei que não vai ser fácil porque aliás, nunca foi, mas agora vai pelo menos ser mais apoiado.

E é melhor aproveitar o quanto antes, porque até Setembro deste ano (pelo menos) sou a única pessoa no MUNDO a ser Mestre em Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos! O que quer que isso valha :P



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